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Segregação de Género no Mercado de Trabalho

Analisar as causas da segregação de género no emprego e o que isso acarreta bem como as respostas políticas dos 27 estados membros da UE, da Noruega, da Islândia e do Liechtenstein é o que propõe o relatório Gender Segregation in the Labour Market (2009), sob o programa Progress da União Europeia (UE) relativo ao emprego e à solidariedade social (2007-2013).

Os factores que têm vindo a ser identificados como causas da segregação no mercado de trabalho são diversos:

  • vantagens biológicas comparativas (ex.: força física);
  • subinvestimento no capital humano (escolaridade e formação);
  • preferências (ex: escolhas claras de mulheres e homens a respeito da profissão a seguir) e preconceitos (ex.: relutância dos homens em trabalhar com colegas maioritariamente do sexo feminino);
  • socialização e estereótipos (preferências socialmente construídas reflectindo os estereótipos sexuais);
  • barreiras à entrada e práticas organizacionais (ex.: mulheres impedidas de aceder a determinadas profissões ou de ocupar certos cargos com base em estereótipos sexuais).

 

A segregação ocupacional e a sectorial continuam a apresentar níveis elevados em 2007: 25,3% e 18,3% respectivamente. No caso de Portugal, o nosso país encontra-se acima da média com os correspondentes 26,5% e 20,6%. Contudo, desde 2001 que tem vindo a registar um decrécimo ao nível da segregação sectorial contrariando a tendência geral.

É ainda de salientar a diferença considerável entre os países chegando a 10% entre o menos e o mais segregativo. Os exemplos a seguir são a Grécia, Roménia, Malta e Itália. No pólo oposto encontram-se a Estónia, Eslováquia, Letónia e Finlândia.

A formação continua a ser a política mais utilizada para combater a segregação e Portugal é um dos 10 países da UE que implementou recentemente um programa de formação nessa área.

Caso esteja interessado/a em saber mais sobre as conclusões do relatório pode consultá-lo e/ou descarregá-lo no site da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género (CIG).

Natacha Moitinho

Janeiro de 2010

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